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ALERTA INFORMA: veja o resumo com as principais notícias que foram destaque na semana no meio tributário e varejista que a Alerta Fiscal preparou para você. Os principais assuntos dessa semana são:

– Varejistas estão otimistas com políticas econômicas. Segundo pesquisa da CNDL feita em conjunto com o SPC Brasil e o Sebrae, quase 60% dos pequenos empresários do varejo estão otimistas com as medidas econômicas do governo. Outros 24% se dizem neutros e 16% estão pessimistas. Foram ouvidos 601 empresários. Para José César da Costa, presidente da CNDL, a expectativa positiva deve-se ao avanço de medidas como a reforma da Previdência e a MP da Liberdade Econômica. Saiba mais!

– Governo estuda desistir de alívio no IR. Com o fim da ideia de criação de um imposto nos moldes da CPMF, o time de Economia pensa em nova fonte de recursos capaz de compensar a desoneração da folha na proposta de reforma tributária que vai enviar ao Congresso. Uma das alternativas é desistir do plano de redução das alíquotas do Imposto de Renda e ampliação da faixa de isenção. A ideia, no entanto, encontra grande obstáculo: uma diretriz de campanha do próprio presidente Bolsonaro, que deseja promover as “bondades do IR”. Saiba mais!

– Buscando IPO, C&A inicia conversas com investidores. Por se tratar de uma empresa conhecida do público em geral – no Brasil, são 220 lojas físicas –, a expectativa é de que exista alta demanda de investidores pessoa física. O valor tentado na operação será definido após essa rodada com investidores, mas a ideia é de que a C&A tenha um desconto em relação à Renner, que já foi listada e colocada como referência para a filial brasileira da varejista europeia. Saiba mais!

– Banco Central estipula menor Selic da história. O Comitê de Política Monetária decidiu fazer o segundo corte seguido de 0,5% na Selic, que chega a 5,5%, a menor taxa básica de juros da história. No comunicado, o Copom reforçou a ideia de que o ciclo de corte de juros não acabou, avaliando “que a consolidação do cenário benigno para a inflação prospectiva deverá permitir ajuste adicional no grau de estímulo”. A expectativa do mercado é de que os juros encerrem o ano em 5%. Saiba mais!

– Governo desiste de congelamento do mínimo. O Ministério da Economia informou que vai manter o poder de compra do salário mínimo no país. Assim, fica vetada a ideia de congelar o valor do piso salarial em situações de crise fiscal. Para o ano que vem, o governo prevê reajuste do mínimo de R$ 998 para R$ 1.039. O aumento já leva em conta apenas a inflação. Saiba mais!