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ALERTA INFORMA: veja o resumo com as principais notícias que foram destaque na semana no meio tributário e varejista que a Alerta Fiscal preparou para você. Os principais assuntos dessa semana são:

Apenas 11 setores da indústria crescem em setembro. Dados do IBGE apontam que a indústria brasileira registrou o segundo mês consecutivo de crescimento em setembro, com alta de 0,3%. No entanto, os números ainda são puxados por poucos segmentos. Dos 26 setores analisados, apenas 11 apresentaram avanço. Um dos principais motores por trás do aumento foi a indústria de veículos automotores, reboques e carrocerias, que reverteu a queda de 2,4% no mês anterior e registrou crescimento de 4,3% em setembro. SAIBA  MAIS!

CVM lança “cadastro negativo” do mercado. A Comissão de Valores Mobiliários lançou uma lista de pessoas e empresas impedidas de atuar no mercado de capitais. Disponível no site da CVM, com o objetivo de facilitar o acesso à informação ao público em geral, esse “cadastro negativo” já tem 156 nomes. Cerca de 66% dos casos se referem a penalidades temporárias, tais como uso de informações privilegiadas e operações fraudulentas. A lista ainda inclui 15 pessoas ou instituições sem autorização para atuar no mercado, mas que vinham fazendo isso de forma irregular. SAIBA MAIS!

Americanas terá “Black Friday chinesa”. O grupo varejista anunciou que trará ao Brasil o “Dia dos Solteiros”, espécie de rival da “Black Friday” criada pelo gigante chinês Alibaba que se transformou no maior evento de vendas online da China. No dia 11 de novembro, o site Americanas.com vai oferecer mais de 8 milhões de produtos chineses, como fones de ouvido, relógios e drones, com descontos e frete grátis. O objetivo, segundo a empresa, é “criar uma nova data no calendário do e-commerce brasileiro”. Em 2018, o evento movimentou US$ 30 bilhões em vendas. SAIBA MAIS!

Transformação digital está atrasada no país. Quando o assunto é transformação digital, o Brasil caminha a passos mais lentos do que outros países latino-americanos, aponta uma pesquisa da rede de consultorias Panorama Search. Alvo de discussão das empresas há apenas três anos por aqui, o tema já ocupa a pauta dos executivos há pelo menos seis anos no México, na Colômbia e na Argentina, por exemplo. Os principais obstáculos para o avanço do tema no país incluem a falta de apoio de CEOs e acionistas e a ausência de uma estratégia clara de transformação, citados respectivamente por 31% e 44% dos entrevistados brasileiros. SAIBA MAIS!

30% do faturamento das empresas vem do e-commerce. De acordo com pesquisa da Boa Vista realizada com 430 empresários do comércio, indústria e serviços, em média 30% do faturamento das empresas do Brasil vem do comércio digital. No entanto, para 45%, o faturamento por meio do e-commerce representa somente até 10% das receitas. Para 16% das empresas, as receitas com os negócios online representam de 10% a 30% do faturamento total, enquanto para outros 11% essa fatia é de 30% a 50%. Para 15%, equivalem a 50% a 75% do faturamento. Apenas 11% das empresas obtém mais de 75% do seu faturamento por meio do comércio eletrônico. SAIBA MAIS!

Varejo físico adota tecnologias para diminuir custos. Uma ferramenta promete otimizar a gestão financeira dos estabelecimentos e reduzir a burocracia na operação de lojistas de diferentes portes. O chamado split de pagamento, uma ferramenta que até então era exclusividade do e-commerce, é responsável por distribuir o valor da compra do cliente entre todos os fornecedores envolvidos naquela venda. Todos tipos de estabelecimentos que desejarem fatiar suas receitas poderão distribuir seus recebíveis entre os funcionários, fornecedores, matriz e associados autônomos. Isso significa que, com a ajuda de sistemas capazes de recolher os valores pagos pelos clientes e dividi-los, será possível depositar as quantias diretamente na conta bancária de pessoas físicas e jurídicas envolvidas na operação. SAIBA MAIS! 

Redes varejistas britânicas prosperaram na crise. O varejo do Reino Unido enfrenta uma crise diante da expansão do comércio eletrônico, intensa concorrência e impacto do Brexit, que levam ao fechamento de lojas e corte de empregos. O país pode servir de estudo sobre os problemas enfrentados pelo varejo em todo o mundo. Com rivais on-line de rápido crescimento atraindo compradores, as redes tradicionais já estavam em dificuldade antes que a desvalorização da libra começasse a afetar os padrões de vida e diminuir ainda mais as vendas. Ainda assim, há exceções. Executivos explicaram como algumas varejistas do Reino Unido conseguiram prosperar durante o apocalipse. SAIBA MAIS!